Publicações arquivadas sob Brasil
A receita do país com turistas estrangeiros deve passar de R$ 6,3 bilhões para R$ 8,9 bilhões até 2014, ano em que a Copa do Mundo será realizada em 12 cidades-sede brasileiras, estimam o Ministério do Turismo e entidades do setor. Documento divulgado hoje (21), durante a reunião do Conselho Nacional de Turismo (CNT), projeta um crescimento de 55% no faturamento com a vinda de turistas do exterior para o Brasil.
O documento contém ainda uma estimativa de geração de emprego no setor até 2014. Segundo projeção do Ministério do Turismo e de entidades da área, o país deve criar 2 milhões de novas vagas formais e informais no mercado de trabalho nos próximos quatro anos.
A estudo também prevê um salto nos desembarques domésticos, que devem passar de 56 milhões em 2009 para 73 milhões em 2014.
De acordo com o ministro do Turismo, Luiz Baretto, essas estimativas foram feitas baseadas em um cenário de crescimento do Brasil e do restante do mundo. Paralelamente, ele apontou os gargalos que o país deve superar para alcançar esse desempenho no fluxo de turismo internacional e nacional. Os principais são os de infraestrutura aeroportuária, qualificação profissional e melhoria da rede hoteleira.
28 de Junho de 2010 às 10:47
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A concessão à iniciativa privada de um terceiro aeroporto em São Paulo voltou à pauta do governo. A reportagem apurou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já convocou uma reunião com os ministros da Defesa, Nelson Jobim, da área econômica e assessores especiais do Planalto para discutir o decreto com os termos da concessão do novo aeroporto.
A ideia fazia parte do plano emergencial para atacar os problemas do apagão aéreo (2006-2007), mas havia sido arquivada. A medida está sendo desengavetada porque o governo colheu novas informações sobre a situação da demanda atual e a expectativa de movimento criada pela escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
O Planalto concluiu, depois de vários estudos de órgãos do governo e de consultorias privadas, que a maioria dos aeroportos das grandes cidades está caminhando para uma situação de colapso - nos feriadões, fins de semana e períodos concentrados de férias, esses aeroportos ficam sem reserva técnica e exibem filas que levam até duas horas para o atendimento dos passageiros.
Fonte: Exame
Ontem, três ministros confirmaram à reportagem que o presidente Lula reabriu a discussão sobre a concessão do terceiro aeroporto de São Paulo à iniciativa privada. Disseram ainda que o presidente deu prazo de dois meses para que a área técnica chegue ao modelo de concessão.
Na semana passada, o governo decidiu que também fará a concessão do complexo aeroportuário de São Gonçalo do Amarante (RN). “Mas esse é um caso bem particular, em condições diferentes da complexidade do novo aeroporto da região de São Paulo”, disse um ministro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
11 de Junho de 2010 às 13:25
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O ministro das Cidades, Marcio Fortes, confirmou hoje (24) que as 12 cidades-sede da Copa do Mundo 2014 vão ganhar corredores exclusivos para ônibus e terão bondinhos, os chamados Veículos Leves sobre Trilhos (VLTS) circulando nos trajetos entre os estádios, hotéis, rodoviárias, portos e aeroportos para agilizar o deslocamento de torcedores e equipes de futebol que participarão do evento.
Segundo ele, a construção de metrô para a Copa foi descartada para “que as cidades não sejam esburacadas e depois não dê tempo de concluir as obras”.
Fortes assegurou que as obras viárias a serem feitas nas cidades-sede da Copa (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) vão melhorar a qualidade de vida da população por um longo tempo. Ele citou o caso específico de Fortaleza e Recife, onde atualmente a infraestrutura urbana não atende às necessidades da população.
Ao todo serão desenvolvidos 47 projetos de transporte público nas capitais do Mundial. As obras estão orçadas em R$ 11,4 bilhões, sendo que deste montante, R$ 7,7 bilhões virão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)), por meio do Programa Pró-transporte, e o restante será a contrapartida das prefeituras e dos governos estaduais.
O ministro explicou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) já permitiu a uso desse dinheiro para o PAC da Mobilidade Urbana, e que agora basta a aprovação das licenças ambientais para que as obras sejam contratadas e iniciadas. No último dia 18, o Ministério das Cidades liberou R$ 1,5 bilhão para Brasília, Recife e Salvador.
“Estamos concentrando nossas ações em obras viárias de curto a médio prazos, que certamente darão a mesma agilidade do metrô no deslocamento entre os pontos de referência nas cidades que vão sediar a Copa 2014. Sabemos que essas intervenções não vão solucionar os problemas de transporte público nas grandes cidades, mas, com certeza, amenizarão as dificuldades enfrentadas pela população durante e depois da Copa”, acrescentou Fortes.
Ele lembrou ainda que, além dos investimentos em mobilidade urbana, o Ministério das Cidades vai destinar recursos para infraestrutura de áreas que serão destinadas às festas dos torcedores. “Como muitas pessoas não terão dinheiro para assistir aos jogos, já que os ingressos em eventos como esse são caros, vamos preparar áreas com telões para que as pessoas possam torcer, sambar, beber com moderação e comemorar a vitória da seleção brasileira nos jogos.”
Fonte: Exame
25 de Maio de 2010 às 11:08
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A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) vai expandir a ala de check-in do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. A ampliação do mais controverso terminal do País faz parte do amplo pacote de obras lançado pela estatal para tentar aplacar a crescente demanda do setor aéreo e atender com padrões mínimos de conforto os milhões de turistas que vão cruzar o Brasil durante a Copa de 2014.
Em fevereiro de 2012, quando a Infraero planeja entregar a nova ala, a capacidade do aeroporto vai saltar dos atuais 14,5 milhões de passageiros por ano para 17,5 milhões (20,6%), o que o consolidará como o segundo terminal aéreo do País, atrás apenas de Cumbica, em Guarulhos.
No centro do projeto, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso na íntegra, estão 14 dos 16 aeroportos das 12 cidades-sede do mundial. Quase metade das 50 folhas de apresentação do plano é dedicada aos aeroportos de São Paulo.
O presidente da estatal, Murilo Barboza, reconhece a importância da Copa, mas defende que a reforma dos aeroportos tenha como meta suprir o aumento da demanda do setor. “Se esse objetivo for alcançado, o evento Copa estará bem atendido.” O planejamento foi elaborado com base no diagnóstico feito pela consultoria McKinsey, cujo resultado será divulgado hoje.
Saturação
Se nada for feito para reverter o quadro atual, 15 dos 16 aeroportos das cidades-sede da Copa correm o risco de estar saturados em 2014. A maioria já tem limitações ou gargalos operacionais em pátios, pistas e/ou terminais de passageiros. O único que está (e continuará) livre de problemas é o Galeão, no Rio de Janeiro. O diagnóstico foi feito com base no estudo da consultoria McKinsey, contratada pelo BNDES para elaborar uma radiografia do setor.
A Copa deve trazer de 3% a 4% mais passageiros para os aeroportos do País, segundo a McKinsey. Isso sem contar o crescimento natural de um dos setores mais aquecidos da economia que nos últimos anos registrou expansão de dois dígitos. Num cenário “pessimista”, de crescimento econômico de 5% ao ano e manutenção do valor das passagens, a consultoria prevê que o mercado avance 36% até 2014. No quadro “otimista”, com Produto Interno Bruto (PIB) de 7% ao ano e queda de 5% das tarifas, o crescimento da aviação nacional deve atingir 57%.
Para conseguir dar conta dessa demanda, a Infraero estima que será necessário aumentar em 41% a capacidade dos 16 aeroportos brasileiros até 2014 - dos atuais 114 milhões de passageiros por ano para 160,7 milhões. Nos próximos quatro anos, o investimento total na rede de aeroportos do País será de R$ 6,4 bilhões, dos quais R$ 3,9 bilhões virão de recursos próprios da Infraero e R$ 2,5 bilhões, de recursos da União. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Exame
às 11:06
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Belezas naturais das praias, falésias, ecoturismo. O potencial turístico do Nordeste brasileiro é grande, mas ainda com vasto poder de exploração. Um dos grandes entraves para o desenvolvimento ainda é a malha aérea falha e, em alguns casos, os custos elevados interligando as capitais da região (como por exemplo, a ligação entre Fortaleza e Maceió). A problemática foi um dos temas abordados ontem por gestores e operadores do setor durante a coletiva de imprensa da 19ª edição da Brazil National Tourism Mart (BNTM), em Porto de Galinhas (Pernambuco).
Apesar da dificuldade evidente, o diretor Executivo do Ministério do Turismo, Mário Moisés, acredita que essa situação deverá se reverter nos próximos anos. “É necessário expandir a oferta para estimular a concorrência entre as companhias aéreas. Já existe um fundo de aval para que as empresas comprem aeronaves da Embraer, de menor porte, que atendam a necessidade da região”, explica.
Outro incentivo para desenvolver as rotas aéreas no Nordeste, em paralelo às ações do Ministério, é a elaboração de uma ação legislativa que eleva de 20% para até 49% a participação de investidores internacionais nas companhias aéreas brasileiras. “Essa internacionalização deverá possibilitar a expansão do número de voos regionais”, adianta a presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputada federal Raquel Teixeira, também presente à coletiva de Imprensa.
A expectativa da organização da BNTM é que sejam gerados R$ 240 milhões em negócios no pós-evento. A presidente da Embratur, Jeanine Pires, considera a Bolsa de grande importância para o desenvolvimento do setor turístico do Nordeste, sendo esta uma iniciativa alinhada à política promocional do destino Brasil. “Com foco na diversidade, estamos constantemente realizando, em parceria com a CTI/NE, campanhas para o Nordeste”, avalia.
3 de Maio de 2010 às 13:32
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Em 2010 o Brasil vai se manter como a 13ª maior economia de turismo do mundo e a primeira da América Latina, mesmos resultados de 2009. A conclusão é da Oxford Economics, que todos os anos publica uma previsão do impacto econômico da indústria de viagens em 181 países. O estudo foi apresentado na tarde desta quinta-feira, dia 11 de março, durante a ITB, em Berlim, pelo presidente do Conselho Mundial de Turismo & Viagens (WTTC, na sigla em inglês), Jean Claude Baumgarten.
Segundo pesquisa, a expectativa é que a contribuição do turismo para o Produto Interno Bruto brasileiro seja de 5,9% este ano (US$ 109,7 bilhões) e chegue a 6,9% (US$ 194,4 bilhões) em 2020. Espera-se ainda que o real crescimento do turismo seja de 3% em 2010 e, em média, 5,6% anuais pelos próximos 10 anos
Foto: Foz do Iguaçu
Os números também são positivos na contribuição do turismo para o emprego: 5,6%. A indústria de viagens deve gerar 1 em cada 17,8 postos de trabalho. Em 2020, espera-se que a fatia do turismo seja de 6,5% ou 1 em cada 15,4 postos ocupados. Os investimentos no turismo estão estimados em US$ 24,4 bilhões ou 7,2% do total de investimentos, podendo chegar a US$ 63,9 bilhões em 2020 ou 9,9% dos investimentos.
O cenário mundial no entanto não é tão positivo. A contribuição do turismo para o Produto Interno Bruto global caiu 4,8% em 2009 e causou a perda de cinco milhões de empregos. “Ainda assim o Turismo empregou 235 milhões de pessoas pelo mundo, o que representa 8,2% de todos os postos de trabalho, e gerou 9,4% do Produto Interno Bruto Global”, disse Jean Claude Baumgarten.
O presidente do WTTC teceu duras críticas aos governos dos Estados Unidos e da Inglaterra: “Os Estados Unidos gastaram US$ 1,7 trilhão e o da Inglaterra US$ 470 bilhões para salvar as finanças. E o que eles desembolsam para o turismo? Uma quantia insignificante”, disse, destacando o quanto o turismo representa para a economia desses países.
Sobre o Brasil, Baumgarten disse que o país tem um potencial de crescimento muito grande: “Quando fizemos a Conferência em Florianópolis tive a oportunidade de andar de helicóptero pela região e não acreditei no que vi. O Brasil tem terras intocadas e um enorme potencial para se desenvolver, já que possui economia forte e governo participativo”, afirmou.
Para ele, um dos maiores problemas do país é o acesso: “É preciso mais voos e aeroportos maiores que suportem o crescimento do número de passageiros”, disse. Segundo o presidente, apostar em promoção também é essencial: “É necessário investir nos mercados certos. Os Estados Unidos, por exemplo, quando sair da crise, será um grande emissor de turistas, assim como a China e a Índica, a longo prazo”, apontou.
Fonte: Mercados e Eventos
16 de Março de 2010 às 11:15
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A parceria das duas empresas resultou em um canal interativo no youtube com vídeos e mapas de cidades turísticas por todo o país.
Vale a pena dar uma olhada!
http://www.youtube.com/visitbrasil
8 de Março de 2010 às 12:22
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A vitória do Rio de Janeiro para sediar os jogos Olímpicos de 2016 sobre as cidades concorrentes mais ricas como Madri (Espanha), Tóquio (Japão) e Chicago (EUA) comprovam a ascensão do país como uma potência econômica e política, segundo o jornal Wall Street Journal (WSJ).
A reportagem do jornal americano enfatizou a atual força econômica brasileira com a descoberta do Pré-sal, a elevação do Brasil para grau de investimento pela agência Moody’s e a sua crescente influência nas negociações comerciais internacionais. Além de ressaltar o bom desempenho do presidente Lula em seus dois mandatos.
Durante a cerimônia de apresentação das cidades, o presidente Lula aproveitou em seu discurso o fato de que a América do Sul nunca sediou uma Olimpíada na história dos jogos para tentar convencer o Comitê Olímpico Internacional (COI) da importância do Brasil na disputa. De acordo com o WSJ, a abordagem populista de Lula foi fundamental para a vitória do Rio de Janeiro.
Um dos fatores que contribuiu para a eliminação de Chicago em primeiro lugar foi a sua geografia natural que, segundo o COI, não é adequada para sediar os jogos. Madri obteve forte apoio europeu, os asiáticos ficaram com Tóquio e o Rio foi o mais popular, com grande parte da torcida dos países em desenvolvimento.
A derrota de Chicago não é um grande problema para os EUA, mas, de acordo com o WSJ, deve prejudicar o prestígio da Casa Branca.
“Foi um balde de água fria no sonho de Obama. No entanto, esse acontecimento vai mudar a forma de como o mundo vê a América Latina”, disse o historiador David Greenberg ao WSJ.
Após o anúncio da votação final, Lula afirmou que o Brasil deixou de ser um país de segunda classe e agora pertence à primeira classe.
A vitória brasileira iniciou uma barulhenta festa na praia de Copacabana, onde cerca de 30.000 pessoas aguardavam a nomeação do vencedor na última sexta-feira (02/10).
6 de Outubro de 2009 às 13:17
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Especialistas alertam que não são apenas as exportadoras que perdem com a brusca desvalorização da moeda americana.
O setor exportador não deve ser o único prejudicado pela rápida desvalorização do dólar. Especialistas alertam que uma queda prolongada nas cotações da moeda americana poderá ser nociva também para as empresas voltadas ao mercado interno, inclusive aquelas que têm ações na bolsa.
Em 2009, poucas moedas no mundo se fortaleceram tanto frente ao dólar quanto o real. A moeda americana caiu mais de 20% no período, saindo da casa de 2,30 reais em dezembro para a atual faixa de 1,80 real. E, na avaliação dos especialistas, as cotações continuarão recuando, podendo chegar a 1,70 real nos próximos meses.
Para as exportadoras, que têm receitas em dólar, o peso do câmbio sobre os negócios é direto: quanto mais o dólar cai, menos as empresas faturam. Já nas companhias voltadas para o mercado interno, a relação não é tão evidente. “A prolongada desvalorização do dólar cria uma cadeia restritiva na economia. As empresas terão de mudar seu modelo de negócios para não perder competitividade”, diz o consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Sérgio Gomes de Almeida, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
Almeida explica que, se o dólar continuar caindo, as empresas brasileiras tenderão a substituir seus fornecedores, dando preferência a produtos e serviços importados, que estão mais baratos. “Com isso, as empresas brasileiras vendem menos, investem menos e crescem menos”, afirma.
No mercado interno, os setores mais suscetíveis à queda do dólar, segundo Almeida, são os de bens de capital, calçados, têxtil e vestuário. Mas o gerente operacional da Um Investimentos, Rodrigo Silveira, lembra que a desvalorização da moeda americana tem reflexos nos mais diversos setores. “Até as concessionárias de rodovias, como CCR e OHL Brasil, podem ter uma redução de receita”, diz. Com o dólar mais barato, viagens ao exterior ficam mais atrativas, freando o trânsito de automóveis nas rodovias do país. Nesse contexto, o real valorizado também desestimularia a vinda de estrangeiros ao Brasil - uma má notícia para locadoras de veículos, como a Localiza, e para empresas do setor de turismo.
Fonte: Exame
20 de Agosto de 2009 às 13:41
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SÃO PAULO (Reuters) - O tráfego aéreo de passageiros no Brasil disparou 25,68 por cento em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado, enquanto a oferta de assentos avançou 15,31 por cento na mesma base de comparação, informou nesta quinta-feira a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Com o forte desempenho no mês passado, no acumulado dos sete primeiros meses do ano o tráfego aéreo interno subiu 6,57 por cento, enquanto a oferta de assentos teve expansão de 10,99 por cento. No primeiro semestre, o crescimento do número de passageiros transportados estava em 3,23 por cento.
A líder TAM continuou a perder terreno no mercado interno, ficando com 43,15 por cento de market share em julho, abaixo do mês anterior e dos 51,09 por cento um ano antes.
A Gol, que vem reduzindo operações no exterior e concentrando esforços no mercado interno, registrou participação de mercado de 42,88 por cento em julho, acima dos 42,19 por cento de junho e dos 41,77 por cento há um ano.
A Azul Linhas Aéreas, no mercado desde dezembro de 2008, ampliou sua fatia para 4,69 por cento em julho, contra 4,31 por cento em junho.
A WebJet aparece encostada, com 4,52 por cento do mercado doméstico em julho.
Nos voos internacionais, o tráfego de passageiros nos aviões das companhias nacionais recuou 10,15 por cento em julho contra igual período de 2008. Já a oferta de assentos aumentou em 1,22 por cento, de acordo com a Anac.
A TAM ficou com 88,29 por cento do total de passageiros transportados para fora do Brasil em julho, entre as companhias brasileiras, bem acima dos 72,51 por cento há 1 ano. A Gol obteve market share de 11,57 por cento, inferior aos 27,10 por cento em julho de 2008.
Fonte: Yahoo Notícias
Para atendimento da Pacífica Turismo:
- Copacabana - Tel: (21) 2547-3208
- Shopping Leblon - Tel: (21) 2540-7010
13 de Agosto de 2009 às 21:57
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Por Eduardo Salgado | 05/07/2009 - 16:04
Muitos jornalistas econômicos com mais de 15 anos de profissão passaram por situações constrangedoras em seminários internacionais ao longo da carreira. Quando chegava a hora de fazer uma pergunta sobre a situação econômica do Brasil era quase certo que a resposta viria com alguma dose de ironia. “O Brasil? O eterno país do futuro” parecia ser a mensagem velada. Por muito tempo, o país foi sinônimo de inflação, de dívida, de crises em cascata, de ausência de instituições econômicas com credibilidade, de desvalorizações cambiais, ou seja, uma promessa nunca cumprida. Por tudo isso me causa uma certa estranheza a avalanche de elogios que José Juan Ruiz, o economista-chefe da divisão de Américas do Banco Santander, faz à economia brasileira. Num encontro com jornalistas latino-americanos na cidade espanhola de Santander, Ruiz disse coisas como: “O Brasil hoje é a estrela do mundo, o país do presente”. A análise de Ruiz é regional, mas todos os pontos levantados por ele para justificar o bom momento da América Latina fazem sentido no caso específico do Brasil. Em resumo, o país aprendeu com os erros do passado. Ninguém hoje discute se vale ou não a pena manter a inflação sob controle ou deixar o câmbio flutuar. “Em meio à toda essa crise, o Brasil tem, pela primeira vez, um risco-país abaixo da média dos países emergentes.” Além disso, o país adotou duas ações inéditas em tempos de turbulência: usou a taxa de juros como política anti-cíclica e injetou liquidez no mercado. Levando-se em conta o histórico nacional, realmente é incrível. O mundo…”
Na íntegra: http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20090705_listar_dia.shtml?permalink=178604
6 de Julho de 2009 às 23:38
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