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Quem tem mais de US$ 100.000 no exterior precisa declarar ao BC

A declaração é anual; a partir de 2011, quem tem mais de US$ 100 mil fora do país deverá prestar contas a cada trimestre.

São Paulo - Se ao final do ano passado você ou sua empresa possuíam um patrimônio superior a 100.000 dólares no exterior, é necessário informar o Banco Central por meio da entrega da declaração anual de capitais e bens no exterior.

A declaração não serve para o cálculo de tributos devidos ou pagos em excedente ao governo como a do Imposto de Renda. O Banco Central obriga as empresas e pessoas físicas a entregá-la apenas para fins estatísticos. O banco faz uso das informações prestadas para analisar o capital brasileiro alocado no exterior, produzir estimativas de taxas de juros e até mesmo para definir as metas de inflação.

No entanto, a Receita Federal também tem acesso às informações repassadas ao Banco Central. Portanto, prestar uma informação na declaração do IR e entregar outra ao BC pode ser encarado como um sinal de sonegação pela Receita - o que poderá levar o Fisco a chamá-lo para prestar mais esclarecimentos.

Patrimônio

Para saber se é necessário entregar ou não a declaração ao BC, a primeira providência é calcular seu patrimônio no exterior. De acordo com o advogado tributarista Rodolfo Egli, do MCFranco e Costa Waisberg Advogados, o BC quer saber o valor de todos os ativos econômicos como depósitos no exterior, empréstimos em moeda, financiamentos, leasing, arrendamentos financeiros, investimentos diretos ou em portfólio, aplicações em derivativos financeiros e até imóveis.

Se em 31 de dezembro do ano anterior, a soma de todos esses bens era superior a 100.000 dólares, a declaração será obrigatória. Caso os bens estejam avaliados em outra moeda que não o dólar americano, deve-se então levar em consideração a taxa de câmbio Ptax (calculada diariamente pelo BC) de 31 de dezembro para fazer a conversão.

Como fazer a declaração

A declaração deve ser realizada via internet, na página do próprio BC, no menu “Câmbio e Capitais Estrangeiros”. É necessário fazer o download do “programa-declaração” e, após efetivar a instalação do aplicativo, é só completar o formulário com as informações requisitadas, tal como é feito com o Imposto de Renda.

Os declarantes devem atentar para o prazo e para as informações que irão prestar. Aqueles que declararem informações falsas ou fora do prazo ou omitirem informações ao BC ficam sujeitos a uma multa que pode chegar a 250.000 reais. Segundo o advogado Rodolfo Egli, os declarantes devem sempre ter em mente a importância da veracidade das informações.

Em 2010, o Banco Central alterou a data para a entrega da declaração. As informações relativas a 2009 deverão ser enviadas entre junho e agosto - antes isso acontecia entre março e maio.

A partir de 2011, novas alterações serão implementadas. Pessoas físicas ou jurídicas cujo patrimônio esteja avaliado em 100 milhões de dólares ou mais terão de prestar esclarecimentos ao BC trimestralmente - além de continuar a ter de entregar a declaração anual. Portanto, para os que encaixam-se nesta faixa, as novas datas de referência para a realização do processo passam a ser 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano.

De acordo com informações do BC, pouco menos de 1% do total dos declarantes terão de prestar contas trimestralmente à instituição. Essas pessoas, no entanto, são responsáveis por 80% dos cerca de 170 bilhões de dólares mantidos no exterior por brasileiros.

Fonte: Exame

Adicionar comentário 29 de Junho de 2010 às 11:15 admin

Universal acusada de enviar R$ 400 milhões ilegalmente ao exterior.

A Igreja Universal do Reino de Deus é acusada de ter enviado para o exterior cerca de R$ 400 milhões, em remessas supostamente ilegais feitas por doleiros da casa de câmbio Diskline. Segundo Cristina Marini, uma das sócias da empresa, a igreja fazia remessas de R$ 5 milhões por mês entre 1995 e 2001. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Cristina prestou depoimento ao Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo na terça-feira, quando confirmou as acusações que havia feito à Justiça Federal e à Promotoria de Nova York, nos Estados Unidos. Cristina afirmou ao MPE que recebia o dinheiro da Universal em espécie e fazia o depósito do valor correspondente em uma conta no exterior. Segundo a doleira, os valores eram entregues por caminhões e chegavam em malotes na maior.

Fonte: JB

Adicionar comentário 29 de Abril de 2010 às 12:28 admin

Quadrilha de São Paulo usa moradores de rua para enviar dinheiro para o exterior

Um novo esquema de lavagem de dinheiro foi descoberto pela Polícia Federal após uma operação em casas de câmbio no centro de São Paulo.

Criminosos usavam mendigos como laranjas e faziam com que eles trocassem reais por dólares nas casas de câmbio da região. Depois de entregar a carteira de identidade e o CPF, os moradores de rua assinavam documentos para enviar dinheiro ao exterior e recebiam R$ 10 para realizar a transação.

Segundo a Polícia Federal, pelo menos R$ 11 milhões foram movimentados pelo esquema em 2009. Parte foi para fora do Brasil e parte no bolso das quadrilhas. Onze pessoas foram presas.

Para ver o vídeo da matéria acesse: http://noticias.r7.com/videos/quadrilha-usa-moradores-de-rua-para-enviar-dinheiro-para-o-exterior/idmedia/153e15d8040b14045b44debfc5cfbb00.html

Fonte: R7

Adicionar comentário 7 de Abril de 2010 às 17:13 admin

Governo lança novas notas de real e visa internacionalização

BRASÍLIA, 3 de fevereiro (Reuters) - O governo apresentou nesta quarta-feira uma nova família de cédulas do real e afirmou que as notas, mais resistentes à falsificação, contribuirão para preparar o país a ter uma moeda que circule internacionalmente.

“Temos que nos preparar para que o real tenha circulação internacional”, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao apresentar as novas cédulas ao lado do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

“Para isso, é importante termos papel-moeda sólido, que seja a prova de falsificações.”

O Brasil tem tomado nos últimos anos medidas de liberalização do mercado de câmbio, mas o governo ainda proíbe a abertura de contas em moeda estrangeira no país, medida considerada chave para a conversibilidade plena.

“O real hoje é uma moeda forte”, afirmou Mantega. “E a moeda só é forte quando reflete a solidez da economia”.

Meirelles também destacou que a troca das notas, sem que um novo padrão de moeda esteja sendo introduzido como ocorreu várias vezes no passado, é um sinal importante da estabilização da economia.

“Desta vez no Brasil a mudança na família de moedas veio dentro de um critério de continuidade, de estabilização, e não de uma mudança no padrão da moeda. Isso é muito importante”, disse Meirelles.

Ele acrescentou que com a estabilização, a tendência é que aumente a parcela da população que mantenha as cédulas da moeda em casa, como reserva de valor.

O lançamento da segunda família de cédulas do real foi aprovada em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN). As novas notas entrarão em circulação gradualmente até 2012, mas as cédulas já existentes continuarão valendo até a substituição integral.

As notas de 50 e de 100 reais começarão a ser trocadas este ano.

As novas cédulas terão as mesmas cores e temáticas das notas já em circulação, mas terão tamanhos diferenciados para facilitar o reconhecimento por deficientes visuais.

notas real 1 - notas real 1

Fonte: G1

Adicionar comentário 5 de Fevereiro de 2010 às 14:55 admin

BC restringe atuação de agências de turismo em operações de câmbio.

A partir desta sexta-feira, 1º, apenas 106 agências de turismo e hotéis estarão autorizados pelo Banco Central a realizar operações de câmbio. Do total, 114 estabelecimentos serão descredenciados, de acordo com comunicado do BC.

A decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) permite a realização de tais operações somente por estabelecimentos vinculados ou que sejam instituições financeiras.

As desautorizadas terão de encerrar as operações até o próximo dia 8. “Na forma do art. 36 da Resolução nº 3.568, de 2008, a manutenção de saldo próprio em moeda estrangeira a partir de 9 de janeiro de 2010 constitui infração à legislação cambial, passível de punição nos termos da legislação vigente.”

A lista completa pode ser consultada no Sisbacen, ambiente de dados eletônicos do BC com os bancos. O BC tirará dúvidas pelo telefone (51) 3215-7260.

Adicionar comentário 2 de Janeiro de 2010 às 00:46 admin

Câmbio - Novas notas de dólar que podem entrar em vigor

Ainda não está confirmado, mas há uma grande chance de assistirmos, dentro em breve, a uma mudança radical nas cédulas da moeda norteamericana. Elas deixariam o verde-dólar para trás e se tornariam mais modernas – além de seguras.

Por trás da iniciativa está o Dollar ReDe$ign Project, criado pelo designer Richard Smith como parte de uma série de ações cujo objetivo é “redirecionar os Estados Unidos para o rumo certo”, depois da crise econômica dos últimos dois anos.

No site do artista tem muito mais para se ver. Mas uma das possibilidades nos chamou mais a atenção. Veja no álbum de fotos uma das famílias de novas cédulas, com alguns próceres da pátria e os monumentos que melhor os definem.

As notas oficiais de dólar ostentam a mesma “cara” desde os anos 30, quando entraram em cena as cédulas verdinhas com que o mundo se acostumou. Será que chegou a hora de uma mudança?

 50B -  50B
 50A -  50A
 5B -  5B
 5A -  5A

Adicionar comentário 10 de Novembro de 2009 às 13:26 admin

Polícia prende 20 doleiros que faziam câmbio ilegal no aeroporto Tom Jobim.

Policiais civis da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) prenderam nesta sexta-feira 20 doleiros que faziam câmbio irregular da moeda americana no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

De acordo com a polícia, também conhecidos como malistas, os homens aproveitam a oportunidade de contato com os passageiros para perguntar se querem trocarem dólares.

Além dos 20 suspeitos, os agentes prenderam ainda dois ambulantes. Na operação, um valor de cerca R$ 41 mil em várias moedas foi apreendido. Nenhum dos detidos é funcionário do Tom Jobim.

Fonte: O Dia

Adicionar comentário 28 de Agosto de 2009 às 11:49 admin

Dólar em queda pode ser veneno para empresas Brasileiras

Especialistas alertam que não são apenas as exportadoras que perdem com a brusca desvalorização da moeda americana.

O setor exportador não deve ser o único prejudicado pela rápida desvalorização do dólar. Especialistas alertam que uma queda prolongada nas cotações da moeda americana poderá ser nociva também para as empresas voltadas ao mercado interno, inclusive aquelas que têm ações na bolsa.

Em 2009, poucas moedas no mundo se fortaleceram tanto frente ao dólar quanto o real. A moeda americana caiu mais de 20% no período, saindo da casa de 2,30 reais em dezembro para a atual faixa de 1,80 real. E, na avaliação dos especialistas, as cotações continuarão recuando, podendo chegar a 1,70 real nos próximos meses.

Para as exportadoras, que têm receitas em dólar, o peso do câmbio sobre os negócios é direto: quanto mais o dólar cai, menos as empresas faturam. Já nas companhias voltadas para o mercado interno, a relação não é tão evidente. “A prolongada desvalorização do dólar cria uma cadeia restritiva na economia. As empresas terão de mudar seu modelo de negócios para não perder competitividade”, diz o consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Sérgio Gomes de Almeida, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Almeida explica que, se o dólar continuar caindo, as empresas brasileiras tenderão a substituir seus fornecedores, dando preferência a produtos e serviços importados, que estão mais baratos. “Com isso, as empresas brasileiras vendem menos, investem menos e crescem menos”, afirma.

No mercado interno, os setores mais suscetíveis à queda do dólar, segundo Almeida, são os de bens de capital, calçados, têxtil e vestuário. Mas o gerente operacional da Um Investimentos, Rodrigo Silveira, lembra que a desvalorização da moeda americana tem reflexos nos mais diversos setores. “Até as concessionárias de rodovias, como CCR e OHL Brasil, podem ter uma redução de receita”, diz. Com o dólar mais barato, viagens ao exterior ficam mais atrativas, freando o trânsito de automóveis nas rodovias do país. Nesse contexto, o real valorizado também desestimularia a vinda de estrangeiros ao Brasil - uma má notícia para locadoras de veículos, como a Localiza, e para empresas do setor de turismo.

Fonte: Exame

Adicionar comentário 20 de Agosto de 2009 às 13:41 admin

Férias frustradas! Exija o comprovante na transação cambial!

Peso por lebre

Em um banco de Buenos Aires, Maria de Fátima trocou dólares por notas falsas de 100 pesos e as viu sendo rasgadas pela própria gerente da agência.

“Em maio, ao aterrissar em Buenos Aires, troquei 400 dólares na agência do Banco de la Nación no aeroporto. Segundo uma amiga argentina, era a melhor taxa da cidade. O funcionário registrou meu passaporte e contou o dinheiro. Fui para o hotel. No dia seguinte, para pagar o almoço num restaurante, dei uma nota de 100 pesos e o caixa, depois de examinar, disse que a nota era falsa. Falsa?!? Mas troquei esse dinheiro no Banco de la Nación!!! Pois era. Não só ela como todas as outras. Procurei pelo recibo e não encontrei. O funcionário do banco deve ter ficado com ele, pensei. Na terça-feira, data de meu retorno, fui para o aeroporto mais cedo com todas as notas falsas e procurei a gerente. Ela disse que eu deveria ter trocado o dinheiro em outro lugar. Eu insisti, dizendo que aquilo era um absurdo. Foi quando aconteceu o pior desfecho: a gerente rasgou as notas em pedacinhos e jogou no lixo!” — Maria de Fatima Assumpção, São Paulo, SP.

Receber dinheiro falso é um dos golpes mais aplicados em turistas em Buenos Aires. A Polícia Federal argentina apreende mais de 5 milhões de pesos falsos por ano. Boa parte do dinheiro circula no comércio do centro da cidade e nos táxis - é pelo mesmo motivo que os motoristas portenhos se recusam a receber notas altas.

O que diz o banco Procurada pela VT por meio de Elisa Romero, gerente da agência do Banco de la Nación em São Paulo, a instituição não fez nenhuma declaração sobre o caso.

Quem tem razão Pega de surpresa, a leitora esqueceu de juntar provas. “Exigir o recibo nas trocas é fundamental, assim como registrar a reclamação em um boletim de ocorrência”, diz a advogada Luciana Atheniense, autora do livro Viajando Direito. “Sem documentos, ela não tem como demonstrar a veracidade da acusação, ainda que tenha sido enganada”, diz. O advogado Rui Aurélio Badaró, presidente do Instituto Brasileiro de Ciências e Direito do Turismo (IBCDTur), concorda. E ensina um truque. “Ao receber notas altas iguais, peça para trocar por outras de menor valor. É improvável que o ‘golpista’ tenha um estoque tão variado”, diz.

Fonte: Revista Viagem e Turismo
Publicado em 08/2009

Adicionar comentário 12 de Agosto de 2009 às 13:55 admin

Dólar, cartão ou traveller check: o que é melhor levar na hora de viajar para o exterior

Dólar, cartão de crédito, cartão de débito ou cheque? O que é melhor levar na hora de viajar para o exterior? Quem pretende viajar para fora do país precisa programar não apenas os roteiros turísticos, mas também como vai pagar as despesas durante a viagem.

Dinheiro vivo, em especial o dólar americano, costuma ser o meio mais usado pelos viajantes, pela facilidade de manuseio. É importante levar também um pouco de moeda local, como euro, na Europa, ou dólar canadense, se for para o Canadá, para não perder dinheiro tendo de trocar dólares americanos pela moeda do país.

A principal desvantagem do papel-moeda, claro, é a insegurança. Se o turista for roubado, não terá mais com que pagar suas compras. É por isso que é aconselhável também escolher outros meios de pagamento como cartão de crédito, débito ou traveller check.

Lugar define o que levar
Para Jefferson Santos, diretor comercial da Princess Travel, que opera viagens para o Oriente, a recomendação é que o turista se informe com antecedência sobre o lugar para onde vai porque, dependendo da região, não será fácil trabalhar com os cartões.

“Recomendo aos meus clientes que levem dólares americanos e um pouco de travellers checks. Os cartões de débito ainda não são bem difundidos em locais como o interior de países como China ou Índia. Se a viagem for para centros cosmopolitas como Hong Kong, Japão ou Cingapura, os cartões são funcionais. Mas se a viagem for para Jaipur, por exemplo, a história muda de figura.”

Não leve só dinheiro
O diretor comercial da casa de câmbio Fitta, Luiz Ramos, conta que sempre recomenda aos seus clientes que levem cerca de 20% em dinheiro do país para onde irão viajar. “Para pagar as despesas miúdas como táxi, por exemplo”.

A maior parte do dinheiro a ser gasto, porém, ele recomenda que seja disponibilizado via cartão de débito pré-pago, que permite ao viajante pagar despesas e sacar dinheiro em moeda local do país. “É mais seguro”, acredita.

Cartão de débito: gasto com limite
Ramos diz que o cartão de débito para viagem ainda não é muito conhecido do público, mas vem se popularizando com grande velocidade. Operado pela bandeira Visa, o cartão permite que a pessoa estipule o gasto que pretende ter, carregue o cartão e depois vá sacando os valores conforme a necessidade. O cartão pode ser carregado em dólares, euros ou libras.

Se as despesas forem pagas diretamente no cartão, não há cobrança de taxas, mas para cada saque efetuado o turista irá desembolsar £ 1,70, US$ 2,50 ou € 2,50, dependendo da moeda na qual o cartão foi carregado.

Para Ramos, a principal vantagem do cartão é que o turista pode sacar no caixa eletrônico a moeda do país em que está, sem necessidade de recorrer a uma casa de câmbio. A desvantagem é que, se o dinheiro acabar antes da hora, o viajante terá de pedir a um parente que recarregue o cartão no Brasil.

Cartão de crédito: IOF mais caro
O cartão de crédito é um meio de pagamento bem mais utilizado, mas que embute um custo maior para o viajante em relação ao cartão de débito ou à compra de moeda ou travellers checks.

É que as operações com cartão de crédito são tributadas com uma alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 2,38%, enquanto a compra de dólar, traveller check ou saques pelo cartão de débito pagam 0,38%. Outra desvantagem do cartão é que o turista não pode escolher o valor do dólar que vai pagar, já que a conversão do câmbio é feita na data de pagamento do cartão.

Traveller checks: seguros
Os travellers checks ou cheques de viagem ainda são bastante conhecidos e seguros, pois contam com seguro contra roubo, perda ou extravio que permite o reembolso ao turista em até 24 horas. No entanto, perdem em praticidade para os cartões. “Não comercializamos travellers checks há três anos”, diz Ramos.

Para mais informações sobre compra de moedas e travellers checks consulte a Pacífica Câmbio: Tel: (21) 2267-2666

Fonte: UOL

Adicionar comentário 15 de Julho de 2009 às 15:05 Marcela

Como tirar novo passaporte?

passaporte - passaporte

Novo Passaporte

O novo passaporte brasileiro, com capa azul em vez de verde e itens de segurança adicionais, já está disponível em diversos estados brasileiros, inclusive no Rio e em São Paulo. Quem for tirar o documento pode consultar no site se o seu estado já está emitindo a nova versão e deve prestar atenção às mudanças no procedimento. Agora é preciso preencher uma solicitação no site da Polícia Federal www.dpf.gov.br, imprimir a Guia de Recolhimento da União gerada ao final, cujo valor subiu para R$ 156,07, e agendar no mesmo endereço eletrônico o atendimento num dos postos da Polícia Federal (PF). No Rio, hoje, são quatro: o do Aeroporto Internacional do Galeão/Tom Jobim e os dos shoppings Rio Sul, Via Parque e Leblon. A documentação exigida continua a mesma, com a diferença de que não é preciso mais levar fotos, pois serão feitas na hora. Outra novidade é que o andamento do pedido pode ser acompanhado pelo site da PF.

Documentos necessários

Taxa: R$156,07, paga através do Guia de Recolhimento da União que pode ser impresso a partir do acesso ao site da Polícia Federal (www.dpf.gov.br).

Documentos (originais e xerox): carteira de identidade (maiores de 18 anos) ou certidão de nascimento (menores de 18 anos sem RG); certidão de casamento e identidade para mulheres com estado civil diferente de solteira e que não conste no RG; título de eleitor e comprovante de votação da última eleição (dos dois turnos, se for o caso); certificado de reservista (18 a 45 anos); CPF; protocolo da solicitação, que deve ser feita pelo site www.dpf.gov.br, no qual o requerente deverá também agendar o atendimento, e passaporte anterior, se for o caso; comprovante do pagamento da taxa em qualquer banco, casa lotérica ou agência de correio, por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU), que deve ser impressa do mesmo endereço eletrônico.

Endereços no Rio de Janeiro: Aeroporto do Galeão, Terminal 1, 3º piso. De segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 18h. Tel. 3398-3142. Via Parque (Av. Ayrton Senna 3.000, Barra). De segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 20h. Tel. 3421-9290. Rio Sul (Rua Lauro Müller 116, Botafogo). De segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 20h. Tel. 3527-7200. Shopping Leblon (Av Afrânio de Melo Franco 290, Leblon). De segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 20h. Tel. 3138-8050.

Para endereços de atendimento dos postos de emissão do passaporte em outros estados, consultar o site da Polícia Federal www.dpf.gov.br.

Fonte: Departamento de Polícia Federal

No Shopping Leblon você encontra umas da filiais do Grupo Pacifica e pode reservar/comprar as moedas e pacotes de viagem.
Visite nosso site e saiba todos os nossos serviços e postos de atendimento. http://www.grupopacifica.com.br/cambio/contato.html

Adicionar comentário 23 de Junho de 2009 às 23:19 Marcela

Quadrilha presa pela PF colocava no mercado R$ 40 mil em moeda falsa por semana.

SÃO PAULO - A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira em Araraquara, a 272 quilômetros de São Paulo, parte de uma quadrilha considerada uma das maiores e mais sofisticadas na falsificação de dinheiro no estado de São Paulo. Os falsificadores, segundo a PF, colocariam no mercado cerca de R$ 40 mil em moeda falsa por semana.

As investigações duraram nove meses e dos nove integrantes do bando, três foram detidos durante a ‘Operação Cascalho’. Um deles foi liberado no fim da tarde desta terça-feira. Com eles, os federais apreenderam 500 folhas usadas na falsificação de dinheiro. Em cada uma delas é possível imprimir quatro notas falsas. O material já tinha uma marca d´água como a usada pela Casa da Moeda.

As notas de 20 e de 50 produzidas pela quadrilha são idênticas às verdadeiras.

- Tem um grau de semelhança bem significativo e isso demonstra a boa qualidade dela - afirma o delegado da Polícia Federal Aures César Brisola.

As cédulas eram impressas em uma gráfica na capital paulista. De lá, o material era enviado para três núcleos de distribuição localizados em Araraquara, Ibitinga e Matão. Nessas cidades, a polícia cumpriu cinco mandados de prisão e 12 de busca e apreensão.

A quadrilha é investigada desde o começo do ano. Em outubro, os agentes conseguiram flagrar os suspeitos negociando moeda falsa na Rodovia Washington Luís. Um casal foi preso com R$ 2 mil falsificados. Eles confessaram ter comprado o dinheiro em Matão. Com o vendedor, foi encontrado mais R$ 11 mil em notas falsas e dois cheques, que foram usados como pagamento do dinheiro falso. De acordo com a polícia, o negócio era feito na base de R$ 1 verdadeiro por R$ 5 falsos.

Fonte: Extra

Adicionar comentário 3 de Dezembro de 2008 às 16:24 admin

Argentina aperta controle sobre venda de dólares

BUENOS AIRES - O Congresso argentino deu início ontem à discussão sobre o projeto de lei que estatiza o sistema privado de previdência obrigatória do país. A votação do projeto, proposto pelo governo da presidente Cristina Kirchner há duas semanas, está prevista para amanhã. A proposta de estatização foi mal recebida nos mercados e fez disparar o dólar, tanto no oficial quanto no paralelo, obrigando o Banco Central a fazer um esforço extra para segurar as cotações. Quase US$ 1 bilhão já foi gasto para evitar que a cotação do peso ultrapasse o limite de 3,40 por dólar.
Ontem a moeda argentina teve uma valorização de 10 centavos, fechando à tarde em 3,285 por dólar, comparado a 3,387 no fechamento de segunda-feira. No mercado paralelo, o dólar caiu dois centavos comparado à segunda-feira, negociado a 3,42 pesos.

De março para cá a Argentina perdeu quase US$ 5 bilhões ou 10% de suas reservas internacionais para conter o dólar, primeiro por causa da crise com os agricultores, que durou de março a junho, e, a partir de agosto, pela crise internacional que se somou à desconfiança do mercado de que o governo não teria dinheiro para pagar os elevados vencimentos da dívida interna e externa de 2009, de quase US$ 20 bilhões. A suspeita ficou ainda mais forte com a anunciada intenção de estatizar o sistema privado de previdência.

Para evitar que a corrida à moeda americana pressione ainda mais as cotações, o Banco Central tem usado todas as armas: além de aumentar a oferta de moeda com as reservas internacionais, está atuando também para inibir o comércio de dólares com os mesmos métodos usados pelo governo para controlar preços. Com a ajuda da receita federal (Afip, na sigla do órgão em espanhol), e sob a supervisão do temido secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, o BC argentino apertou os controles sobre a compra da moeda e colocou fiscais nas casas de câmbio para coibir as vendas irregulares e afastar os chamados ” arbolitos ” , como são chamados os negociantes que vendem dólar nas calçadas do centro de Buenos Aires.

Na casa de câmbio Giovinazzo, uma das maiores do centro financeiro de Buenos Aires, a reportagem do Valor presenciou uma nova exigência para comprar moedas estrangeiras (inclusive reais) que afastou boa parte das pessoas que entraram na loja: a obrigatoriedade de apresentação de um contracheque ou comprovante de renda. Por ordem do BC, esta e outras casas de câmbio já vinham obrigando as pessoas físicas, argentinos e estrangeiros residentes, a fazer um cadastro completo, apresentar o documento de identidade local (DNI) original, com registro na receita federal (equivalente ao CPF), como pré-requisito para a compra de moeda estrangeira. No caso de turistas, basta a apresentação do passaporte e cartão de entrada no país. A exigência de comprovante de renda afasta a maioria que trabalha na informalidade ou não quer apresentar comprovante, ou mesmo que não tem conhecimento da exigência e não carrega contracheque na carteira.

Fonte: Valor Econômico

Adicionar comentário 5 de Novembro de 2008 às 13:46 admin

Polícia Federal realiza operação contra crimes financeiros (câmbio clandestino de moedas)

A Polícia Federal (PF) efetuou na manhã do dia 29 de Outubro uma operação contra crimes financeiros no Rio Grande do Norte. A chamada Operação Escambo busca desarticular uma suposta quadrilha que realizaria câmbio clandestino de moeda estrangeira, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, há mais de um ano a instituição investigava um grupo de doleiros, que praticariam câmbio clandestino de moedas. Além disso, o produto obtido com o crime seria dissimulado em uma estrutura empresarial criada para lavagem de dinheiro, que ainda sonegaria impostos.

De acordo com a assessoria da instituição, 137 policiais federais acompanhados de 23 auditores da Receita Federal cumprem 5 mandados de prisão em Natal (RN), além de 26 mandados de busca na capital potiguar, além de outros três em Belo Horizonte (MG).

Desdobramento

Durante as investigações da Operação Escambo, a PF encontrou um elo com um grupo no Rio de Janeiro que que realizaria exploração de máquinas caça-níqueis, além de câmbio ilegal e lavagem de dinheiro, com conexões com a quadrilha detida em Natal.

O resultado foi o lançamento, também nesta quarta, de outra ação, chamada Operação 1357, sob coordenação da Diretoria de Inteligência Policial (DIP). Essa operação deteve 15 pessoas no estado, além de 38 mandados de busca e apreensão, segundo a PF.

Nessa ação, foi preso o patrono da escola de samba Beija-Flor, Aniz Abraão Davi, o Anísio. Ele já havia sido preso no ano passado durante a operação Furacão, por suspeita de participação na máfia dos caça-níqueis, mas foi solto após conseguir um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). O advogado de Anísio, Ubiratan Guedes, nega todas as acusações da PF.

Fonte: G1

Adicionar comentário 29 de Outubro de 2008 às 16:01 admin

Nova nota de cinco dólares entra em circulação

Uma nova nota de cinco dólares, criada especialmente para impedir falsificações, começou a circular na quinta-feira (13) nos Estados Unidos.

“O novo desenho da nota de cinco dólares aumenta as características de segurança e nos coloca adiante dos falsificadores para protegermos seu dinheiro, ganho com esforço”, disse Michael Lambert, funcionário do governo dos EUA.

Lambert gastou sua primeira nota nova, que tem a efígie do ex-presidente Abraham Lincoln, na loja de presentes Lincoln’s Cottage, onde o ex-presidente e sua família viveram durante seis meses na época da Guerra Civil.

“Leva apenas alguns minutos para checar se a nova nota de cinco dólares é legítima. Se você conhece as características de segurança, facilmente pode ver se o dinheiro é bom”, disse Lambert.

A nota nova tem o mesmo tamanho e as mesmas imagens que a antiga, mas os desenhos de Lincoln e do Lincoln Memorial estão acentuados.

A marca d’água também foi duplicada e há um grande número cinco.

O fio de segurança à direita do retrato de Lincoln fica azul quando colocado sob luz ultravioleta e a microimpressão é tão pequena que dificulta a falsificação.

Fonte: G1
Enviado por: José Luiz Vilhena

Nota - Nota

Adicionar comentário 31 de Março de 2008 às 11:43 admin

PF faz apreensões em operação contra mercado clandestino de câmbio .

20/02/2008

Policiais Federais iniciaram na manhã desta quarta-feira (20) a Operação Déjà Vu, contra o mercado clandestino de câmbio. As equipes cumprem 13 mandados de busca e apreensão em Curitiba. Até o meio-dia, a Polícia Federal divulgou a apreensão de R$ 88 mil, U$ 5 mil, calculadoras, celulares, euros, máquina de contar dinheiro, etc. O material foi recolhido de dois escritórios clandestinos localizados na Avenida Marechal Deodoro, no Centro da capital.

Segundo as primeiras informações, ninguém foi preso. A delegada federal Daniele Rodrigues, que coordena a operação, afirmou que há oito pessoas sendo investigadas desde junho de 2007 por realizarem transações de câmbio sem a autorização do Banco Central. Elas devem responder pelos crimes de evasão de divisas, operação de câmbio sem documentação ou com documentação falsa e possível sonegação. A Justiça, porém, não autorizou mandados de prisão até o momento.

Fonte: Gazeta do Povo

Adicionar comentário 20 de Fevereiro de 2008 às 18:34 admin


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